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· análise de CNIS

Quando você pode se aposentar, por quais regras, e com quanto em cada uma.

Existem várias regras de aposentadoria valendo ao mesmo tempo, com datas e valores diferentes — e a que chega primeiro quase nunca é a que paga mais. Eu leio o seu extrato do INSS, de ponta a ponta, e devolvo o quadro inteiro em um relatório.

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mês sem contribuição mês com contribuição mês que conta, mas não para todas as regras competência que hoje não conta

Caso de exemplo — de julho de 1994 a março de 2026, mês a mês. Os buracos brancos, o quadrado laranja e os meses com ponto são o tipo de coisa que pode mudar a data e o valor da aposentadoria, e que ninguém enxerga olhando o extrato de olho nu. O relatório diz, para cada um, se muda. Maria de Exemplo não existe: é um caso construído para demonstração.

O que é

Uma leitura completa da sua vida contributiva

O ponto de partida é o CNIS — o extrato que o próprio INSS emite, de graça, com tudo o que ele sabe sobre o seu trabalho e as suas contribuições. A partir dele, o relatório mostra quanto tempo você já tem, o que o INSS pode não estar reconhecendo, quais regras de aposentadoria se aplicam ao seu caso, em que data cada uma se abre para você, quanto cada uma pagaria — e o que dá para fazer hoje para melhorar esse número.

Não é um cálculo genérico. É a sua linha do tempo, vínculo por vínculo, mês por mês, com as pendências nomeadas e o custo de cada correção estimado.

O simulador do Meu INSS supõe que o seu extrato está perfeito. Quase nunca está.

Além disso, o simulador testa você contra a tabela de hoje — e as regras de transição sobem um degrau todo 1º de janeiro. Quem vai se aposentar em 2031 não enfrenta a exigência de 2026. E ele não compara caminhos: não diz se esperar mais um ano vale a pena, nem quanto custa pedir cedo demais.

Como funciona

Sete passos, todos por WhatsApp

Nenhum documento seu passa por este site. O contato começa aqui e continua no WhatsApp, nesta ordem — e a ordem importa: o preço é fechado no passo 2 e o pagamento acontece no passo 3, antes de qualquer documento seu sair do lugar.

  1. Você me procura e responde cinco perguntas

    Pelo formulário desta página ou direto no WhatsApp. As cinco perguntas estão publicadas aqui mesmo, à vista — você pode ler antes de me escrever e já chegar sabendo a faixa. Elas são sobre o seu histórico de trabalho, não sobre o seu bolso. Nenhum documento nesta etapa.

  2. Eu te mando escopo, preço e prazo — por escrito

    Pelas suas respostas eu classifico o caso na faixa simples ou na complexa, e te digo o valor, o que entra, o que não entra e em quantos dias fica pronto. O valor é fechado aqui — nunca vou descobrir uma complexidade no meio do caminho e cobrar a mais depois. Se a minha agenda estiver cheia e eu não puder cumprir o prazo, eu digo isso neste passo, antes de você decidir qualquer coisa.

  3. Você paga

    Antes de eu receber qualquer documento seu, e isso é de propósito: assim o preço já está fechado quando o seu extrato chega, e nenhuma decisão minha sobre o seu caso acontece com dinheiro em aberto no meio.

    Pix, transferência ou link de cobrança — e no link, cartão em até 3x sem juros. Você escolhe a que preferir; o valor é o mesmo nas três.

    Você não está comprando às cegas. O relatório de exemplo está inteiro nesta página, para baixar antes de decidir, e o preço saiu das cinco perguntas que você mesmo respondeu.

    Mudou de ideia? Enquanto você ainda não tiver me enviado os extratos, é só dizer: eu devolvo o valor integral e encerro o atendimento, sem pergunta nenhuma.

  4. Você autoriza por escrito

    Eu te explico exatamente o que vou receber, para que vou usar e por quanto tempo guardo: o arquivo do seu extrato, até 12 meses após a entrega; a leitura conferida dele, até 3 anos — é ela que faz a reanálise do ano seguinte custar menos. Você responde “autorizo”, e pode pedir para apagar tudo a qualquer momento, sem precisar justificar. Não envie documentos antes deste passo.

  5. Você emite e me envia os dois extratos

    É gratuito, leva uns cinco minutos e você tira sozinho, pelo Meu INSS. São dois PDFs da mesma tela: um traz os valores dos salários, o outro serve para eu conferir se li tudo certo. O passo a passo está logo abaixo. Você me manda os dois pelo WhatsApp.

    Como pegar seus extratos do INSS (CNIS)
    1. Entre em meu.inss.gov.br ou baixe o aplicativo Meu INSS no celular.
    2. Clique em “Entrar com gov.br” e faça login com seu CPF e senha. Se pedir para elevar sua conta para o nível prata ou ouro, faça — é rápido e libera todos os serviços.
    3. Na busca, digite “Extrato de Contribuição (CNIS)”.
    4. O sistema vai oferecer três tipos de extrato. Baixe dois deles:
      • “Relações Previdenciárias e Remunerações” — é o principal, o único que traz os valores dos salários.
      • “Ano Civil” — é um resumo por ano. Serve para eu conferir se li o primeiro corretamente, sem errar nenhum valor.
    5. São dois PDFs, da mesma tela. Me envie os dois pelo WhatsApp.

    Não precisa ser print de tela — o PDF é mais completo e mais fácil de ler.

    Por que dois: o segundo não traz informação nova — traz a mesma informação somada. É contra ele que eu confiro a minha leitura, valor por valor. É o que separa uma análise conferida de uma análise confiada.

    Emitir o extrato no site oficial do INSS
    Dúvidas na emissão: Central do INSS, telefone 135, de segunda a sábado, das 7h às 22h.

  6. Você confere o espelho e responde as perguntas do seu caso

    Antes de qualquer cálculo, eu devolvo tudo o que li do seu extrato: vínculos, datas, categorias, salários, pendências, lacunas. Você confirma ou corrige. Um erro de leitura aqui contaminaria a análise inteira — por isso essa etapa não é pulada nunca.

    Junto vão algumas perguntas, poucas e específicas ao seu caso, geradas a partir do que apareceu no extrato. Eu nunca vou te perguntar algo que já está no documento que você me mandou. Responda com calma; “não sei” também é resposta, e vai declarada no relatório como incerteza assumida.

    ⏱️ É a sua resposta a essas perguntas que dá a largada no prazo — é a última coisa que depende de você.

  7. Você recebe o relatório

    Em PDF, com gráficos, os cenários possíveis e um plano de ação com prazos. Fica pronto em até 5 dias úteis, contados do dia em que você responde às perguntas do passo anterior. Uma semana depois eu te procuro de novo, para saber se ficou tudo claro — e essa conversa está incluída.

Exemplo do resultado

Veja um relatório inteiro antes de decidir

O caso abaixo é fictício, construído para demonstração, com a mesma estrutura de um relatório real. Nenhum dado de pessoa atendida aparece aqui — nem aparecerá.

Mapa de calor com cada mês da vida contributiva do caso de exemplo, de julho de 1994 a março de 2026. Quanto mais escuro o verde, maior o salário-de-contribuição. Sem contribuição: de dezembro de 2001 a fevereiro de 2004, de setembro de 2009 a dezembro de 2015 e julho de 2022. Conta, mas não para todas as regras: de janeiro de 2016 a dezembro de 2019 e de agosto de 2022 a março de 2026. Hoje não conta: junho de 2022.
Mapa de calor das competências Cada quadrado é um mês da vida contributiva. Os anos vazios viram colunas em branco e param de ser abstratos.
Valor estimado do benefício no caminho C3 — Voltar a contribuir, conforme a data do pedido, em reais de setembro de 2026. Março de 2030: de R$ 2.663 a R$ 2.676 (62 anos). Março de 2031: sem valor. Março de 2032: sem valor.
Valor estimado × data do pedido O mesmo caminho, pedido em datas diferentes. Onde a lei ainda não deixa calcular, o relatório escreve “sem valor” — e não inventa um número.
Barras comparando 6 caminhos do caso de exemplo, em reais de setembro de 2026, todos com pedido em março de 2030: C0 Não fazer nada, R$ 2.465; C1a Acertar o vínculo da Beta, R$ 2.465; C1b Ajustar junho de 2022, R$ 2.459; C2 Registrar o emprego de 2002–2003, R$ 2.597; C3 Voltar a contribuir, de R$ 2.663 a R$ 2.676; C4 Acertar, registrar e voltar a contribuir, de R$ 2.795 a R$ 2.808. Em destaque, o de maior valor: C4.
Comparativo de cenários O mesmo histórico, vários caminhos: o que muda se você corrigir o extrato, registrar o que ficou de fora ou voltar a contribuir.
Baixar o relatório de exemplo

PDF de 12 páginas, cerca de 500 KB. No celular, ele costuma ir para a pasta de downloads sem abrir nada na tela — procure lá se parecer que não aconteceu nada.

Quanto custa

Duas faixas — e você mesmo consegue saber qual é a sua

O preço não depende de quanto você ganha nem de quanto vai receber. Depende de quanto trabalho o seu histórico dá. Cinco perguntas resolvem isso, e elas estão logo abaixo, à vista, para você conferir antes de me procurar.

Nas duas faixas, o relatório fica pronto em até 5 dias úteis contados da sua resposta às perguntas. O valor é fechado antes de qualquer trabalho começar, e você paga por Pix, transferência ou cartão em até 3x sem juros.

Serviço particular. Não somos o INSS. Pedir aposentadoria é gratuito no Meu INSS e quem pede é sempre você — o que eu faço é a análise do seu histórico antes disso, para você saber o que responder em cada tela.

Análise Simples

Histórico direto, com todas as cinco perguntas abaixo respondidas “não”.

R$ 197por análise

  • Auditoria do CNIS: vínculos, pendências e lacunas, uma a uma
  • Tempo de contribuição e carência apurados em separado
  • Todas as regras testadas contra a exigência do ano em que você as cumpre
  • Cenários comparados, com o que fazer em cada um
  • Relatório em PDF, com gráficos e plano de ação datado

Análise Complexa

Quando alguma das cinco perguntas abaixo tem resposta “sim”.

R$ 397por análise

  • O mesmo relatório completo
  • Mais vínculos, mais enquadramentos e mais tempo de apuração
  • Quantificação do tempo que pode estar escondido
  • Sinalização explícita do que exige advogado previdenciário, quando for o caso

As cinco perguntas

Se a resposta for não para todas, o seu caso é o de R$ 197. Se for sim para qualquer uma, é o de R$ 397.

  1. Você trabalhou com insalubridade ou periculosidade — ruído, calor, produtos químicos, alta tensão, hospital, mineração ou segurança armada?
  2. Trabalhou na roça ou na pesca antes de ter carteira assinada?
  3. Foi militar ou servidor público (município, estado ou União)?
  4. Já foi sócio de empresa, MEI ou autônomo em algum período?
  5. Trabalhou em dois lugares ao mesmo tempo em alguma época?

As três primeiras costumam depender de prova documental ou de tese jurídica — nesses casos o relatório aponta, com todas as letras, o que é trabalho de advogado previdenciário e não meu. As duas últimas não exigem advogado: só dão bem mais trabalho de apuração, porque multiplicam vínculos e enquadramentos a conferir.

Na dúvida, responda as cinco na primeira conversa e eu te digo a faixa antes de começar qualquer coisa. Nunca vou descobrir uma complexidade no meio do caminho e cobrar a mais depois.

Reanálise anual

Para quem já fez a análise comigo e quer o quadro atualizado. Não é para quem está chegando agora.

R$ 97por reanálise

  • Tudo recalculado contra as tabelas do ano corrente
  • As contribuições do período incorporadas à linha do tempo
  • As pendências antigas reconferidas: o que foi corrigido, o que continua aberto
  • O mesmo relatório em PDF, com os mesmos gráficos, na data nova

Por que existe, e por que custa menos da metade. Todo 1º de janeiro o salário mínimo, o teto e as tabelas das regras de transição mudam. O seu relatório foi calculado contra a tabela do ano em que foi feito — é isso que a data na capa dele registra —, e um ano depois ele descreve um alvo que se moveu.

Você emite os dois extratos de novo, do mesmo jeito da primeira vez: é gratuito e leva os mesmos cinco minutos. O que já está pronto é a leitura da parte antiga do seu histórico, conferida quando fizemos a análise — o trabalho fica só no que mudou. É essa diferença que o preço reflete.

Não é assinatura, não tem renovação automática e não tem cobrança recorrente. Você me procura quando quiser, ou não me procura.

Sem intermediário

Como pedir sua aposentadoria

O pedido é feito por você mesmo, gratuitamente, pelo Meu INSS — não precisa de intermediário nem de despachante.

  1. Entre no Meu INSS

    Pelo site meu.inss.gov.br ou pelo aplicativo, com sua conta gov.br.

  2. Clique em “Novo Pedido”

    A tela oferece cinco tipos de aposentadoria — e nenhum deles tem o nome da regra. Pontos, idade mínima progressiva, pedágio e professor entram todas por “Aposentadoria por Tempo de Contribuição”. Quem decide qual regra o INSS aplica não é o botão que você clica: é o que você declara nas telas seguintes.

  3. Confira, anexe e confirme

    Revise os seus dados e anexe os documentos. Duas telas decidem o resultado e passam despercebidas: a pergunta sobre autorizar o INSS a alterar a data do pedido, escondida entre outras parecidas, e o seletor que marca cada vínculo como comum, de professor ou de atividade especial. São declarações suas, feitas sob responsabilidade — e é onde mais se perde direito por engano.

  4. Guarde o número do protocolo

    Ele é a prova de que o pedido entrou na fila — e a data dele é o que define as regras que valem para você. Acompanhe em “Consultar Pedidos”, no próprio Meu INSS.

São quatro cliques. O difícil é saber o que responder em cada um.

É isso que a análise do seu CNIS responde: quais regras se aplicam a você, em que data cada uma se abre, quanto cada uma pagaria — e, no relatório, o que cada uma dessas telas decide no seu caso.

O pedido continua sendo seu, do começo ao fim. Eu explico o que cada campo significa e o que o seu extrato mostra. Quem responde é você, e é você quem assina.

Acessar o Meu INSS
Central do INSS: 135, de segunda a sábado, das 7h às 22h.

Contato

Vamos começar

Preencha o formulário e eu respondo pelo WhatsApp. Se preferir, chame direto no WhatsApp.

Conte em poucas linhas a sua situação: idade aproximada, se está contribuindo hoje e o que te preocupa. Não escreva CPF, NIT nem dados de documento. Se for pedido de exclusão de dados, basta escrever isso — não precisa justificar.

Não anexe nem cole documentos aqui. Este formulário serve só para a gente se falar. O CNIS vai depois, pelo WhatsApp, e só depois que você tiver autorizado por escrito.